Colsan alerta sobre a importância da doação de sangue, que também auxilia pacientes oncológicos

 

 

A Associação Beneficente de Coleta de Sangue (Colsan) - entidade que abastece com hemocomponentes os hospitais municipais de São Paulo e outros localizados nas regiões do ABC, Jundiaí, Sorocaba, Vale do Ribeira e litoral (Praia Grande e Itanhaém) - chama a atenção para a importância da doação de sangue para pacientes com câncer e doenças hematológicas, ou aqueles internados na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), em referência ao Dia Mundial do Câncer, datado em 4 de fevereiro.

 “Pacientes com câncer ou com alguns tipos de doenças do sangue ficam com a saúde debilitada e podem evoluir para um quadro de anemia e diminuição do número de plaquetas, passando a depender de transfusão de sangue e seus componentes durante o tratamento”, afirma o diretor de postos de coleta e agências transfusionais da Colsan, Afonso José Pereira Cortez.

 Se cada pessoa saudável doasse sangue pelo menos duas vezes ao ano, os hemocentros teriam hemocomponentes suficientes para atender toda a população. Cada doação pode ajudar até três pessoas. O sangue doado é fracionado em hemácias (que podem ser armazenadas por 35 dias), plaquetas (muito requisitadas por pacientes com câncer e que podem ser conservadas por apenas cinco dias) e plasma, que pode ficar armazenado por até um ano.